sábado, 26 de julho de 2008

This is not about love'
Cause I am not in love
In fact I can't stop falling out
I miss that stupid ache
I don't buy your true life stories'cause
I've seen the way you lie
But I don't mind the things you tell me
Because I know we'll say anything to get by
But when we're together
Somehow I feel better
My disease always tricks me
I believe you can fix me

You're insane
I love the drama
Tell the truth
You love it too, I know.. do you?

But when I don't get your call
I go into withdrawal
you consume every thought
but if you called I would tell you to get lost

I need you, I need you like a drug
I need you, I need you like a
I need you, I need you like a drug

it turns me on
to say "I love you"
but deep inside I know
it's lust, not love at all

one day we will leave each other
but we pretend the end's not inevitable
I require protection from my own obsession
in the object of you
one day I will rise above you
All my friends think it's their appointed duty
They keep tryin to tell me
That you just want to use me.
But my answer
To all that use me stuff
I want to spread the news, that if it feels this good gettin used
Will you just keep on using me
Until you use me up.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

deixa estar, jacaré.



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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Era tudo muito estranho e diferente. Novo.
Eu não conseguia pensar direito. Tomar uma atitude ou não.
Silenciar? Mas o silêncio pode ser constrangedor.
Eu não podia entender como alguém tão incomum aos meus gostos conseguia fazer com que eu me sentisse assim, sem ação.
Como agir? Como se aquilo fosse uma relação que já vinha se desenrolando a anos ou como se fosse a primera vez?
Tudo acontecia mesmo assim. Independente das minhas atitudes ou da falta delas.
Era quente e frio ao mesmo tempo. Nítido e muito fosco.
Por mais que o vento úmido e frio me fizesse tremer e bater os dentes, suas mãos no meu corpo diziam o contrário. Me faziam arrepiar os pêlos da nuca e relaxar todos os músculos do meu corpo. Seus lábios macios e molhados tocavam os meus com ardor enquanto suas mãos me puxavam para perto de si.
Era intenso e embaraçoso.
Eu não queria ir embora mas não disse nada. E fui.

terça-feira, 15 de julho de 2008

""(...)Seus olhos tinham um brilho maroto quando pegou a chavezinha da minha mão aberta, os dedos tocando minha palma com uma delicadeza que me lembrou outros tempos. Wesley tinha um modo de ser muito seu, diferente de todo mundo.
"Quer que eu pegue gelo?" Ele tirou a tampa de uma garrafinha de duas doses de Dewars.
"Pra mim, pura está ótimo."
"Você bebe como um homem." Ele me passou o copo.
(...) Tomei um gole da minha bebida e quando estendi a mão para colocar o copo no criado-mudo, suas mãos se movimentaram. Beijamo-nos profundamente, e ele não perdeu tempo com botões quando suas mãos subiam e desciam afagando tudo o que encontravam pelo caminho. Estávamos excitadíssimos, como se nossas roupas estivessem em chamas e precisássemos nos livrar delas.
Mais tarde, as cortinas começaram a brilhar à luz da manhã, enquanto flutuávamos entre a paixão e o sono, as bocas com gosto de uísque velho. Sentei-me, puxando as cobertas à minha volta.""
"(...) Eu já perdera a conta das mortes violentas com que trabalhara desde o início de minha carreira, embora pudesse compreendê-las muito mais do que podia deixar transparecer, quando me encontrava no banco das testemunhas. Não é muito difícil compreender pessoas que se encontram tão enfurecidas, drogadas, apavoradas ou enlouquecidas que chegam a matar. Até os psicopatas têm sua lógica tortuosa."

I can´t even imagine...

tudo chega ao seu limite, e não posso imaginar como vai ser quando passar dele...tudo perde seu rumo, sua perspectiva, sua esperança, seu passo e compasso.quebra-se o rotineiro cotidiano coletivo. ruptura. o desespero previamente se espalha, previamente a algum acontecimento, que seja digno de tal desespero. tudo acontece com tamanha intensidade e rapidez que antes que eu possa perceber, meu humor líquido e límpido segregado pelas glândulas lacrimais, escorrem no meu rosto.tudo vem e vai com tamanha facilidade que você nem sabe o que acabou de sentir e não pode saborear tal sensação.pressa de viver. quero sentir tudo que há pra ser sentido em um mesmo instante, em um só momento. quando sinto uma minúscula parte do que há pra ser sentido, não dou conta.tudo é tão vivo, tão alegre, tão triste, tão intenso, tão melancólico, tão nublado, tão límpido, tão equivocado, tão verdadeiro, tão falso, tão sincero, tão tudo... eu choro, choro por mim, por você, por todos. pela alegria e pela tristeza. pelo amor e pelo ódio. pela guerra e pela paz.
é tanto e tudo, não sei por onde começar, com quem falar, do quê falar......eu mudo a cada instante, a cada música nova, a cada pensamento novo, a cada sentimento novo, a cada comentário feito, a cada amizade nova, a cada filme novo, a cada acontecimento. uma metamorfose constante, um ser inconstante.e o desejo de querer mudar o mundo, a tudo e a todos é imutável e intenso, só cresce.

Chorar é dizer em lágrimas o que o coração sente e que a boca,

Por um orgulho ou outro se recusa a dizer.

Vou pedir à lua que transforme o longe em perto,
As làgrimas em sorriso e a distancia que nos separa
Numa força que nos una para sempre.
"Sou guerreira..
Luto sempre até o fim
Mas hoje desisti...
Tentei de todas as maneiras
Usei todas as armadilhas
Fui a todas rezadeiras
Para você voltar para mim
De nada adiantou
Você me abandonou
Não está mais afim
Agora vou lamber minhas feridas
E sem pensar em voltas e idas
Vou procurar outras saídas
Afinal eu gosto muito mais de mim.."

Desfecho fatal

"Com que triste final

Sua história terminou

Eu bem lhe avisei

Você não escutou

Agora que chegou ao final

Você se arrependeu... mas foi você mesmo que a escreveu

Quem mandou quebrar esse vitral

E a história não pode ser mudada, tampouco apagada

Pois ela está gravada no seu coração

Não tem solução

Você mereceu afinal

Esse desfecho fatal!"

"Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não."

"Eu vou embora...
Não precisa se preocupar
Vou indo sem demora
Eu sei quando é a hora!
Não precisa nem falar
Aprendi na escola
Saber quando é o agora!
Vou tirar o time de campo
Não se preocupe portanto
Acabou todo o encanto
Cada qual no seu canto
Vou inventar um lugar
Onde eu possa ficar
Sem poder lhe alcançar
Nem você possa chegar
Não tenha pena de mim
Eu não mereço nada assim
Não vou ficar me lamentando muito menos ficar chorando
Nem lembrando nem pensando
Foi bom enquanto durou
Mas agora que acabou eu me vou! "
"O amor é cego não nego
Mas por isso não vá se enganar
Aprenda o braile
Pegue a bengala
Use as mãos
Sinta o cheiro
Ouça ! Você pode escutar
O coração pode ser cego
Mas não precisa errar
Vá com cuidado e devagar
Assim não irá se decepcionar! "

segunda-feira, 7 de julho de 2008

sem sentido.

me sinto boba. falando o que não devo, quando não devo.
falando pelos cotovelos. falando o que não precisa ser falado.

espaço. distancia. espera. entendimento.
não consigo entender.

racionalmente, deixa pra lá. deixa em aberto. deixa que o tempo vai dizer as coisas que você quer tanto saber.
na prática, explosão de sentimentos e palavras a torto e a direito. forçando uma reação precoce de algo que ainda estava por vir, ou não.

inevitável. incontrolável.

seria uma delícia pensar antes de falar, antes de fazer.
mas não seria a Renata.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Quem conta um conto, aumenta um ponto.

Insana. Não do tipo 'ala psiquiátrica', mas levemente descontrolada.
Os sentimentos vinham e iam na velocidade da luz e ela não conseguia digeri-los, entende-los.
As palavras saiam de sua boca incontrolavelmente, sem direção, sem sentido.
E quando o ouvido que as ouvia não entendera, talvez um grande alívio, talvez não.
Como era possivel ela se sentir assim, depois de tão pouco tempo, e tantos traços de personalidade que se desencontravam?
Até que ponto ir? Até que sentimento expressar, até que pensamento falar?
Duas mentes pensam melhor que uma, e na tentativa desesperada de controlar os danos, ela recorreu a ajuda de alguém não tão próximo, mas que estava no caminho de ser.
Foi chegada a conclusão de que o problema não era O QUE falar e sim QUANDO falar.
Antes de tudo ela temia falar o que pensava com medo de não ouvir uma resposta sincera.
Insegurança, antes de mais nada.

E como tudo na vida, era necessária a espera. A espera da intimidade, espera do momento certo de dizer, de fazer.

Mas ela odeia esperar.