terça-feira, 25 de novembro de 2008

distúrbio de déficit de atenção (DDA)

um possível DDA e muita loucura.
não é uma combinação agradável, acredite.

a cabeça sempre a mil. e sempre mil bobagens.
será tão ruim saber 'quem você quer que te leve pra casa'?

um subconsciente pra lá de ativo... fazendo com que o meu consciente só faça coisas estúpidas e sem sentido.. qual a lógica nisso?

eu te digo: auto-preservação.
a anciedade não me deixa esperar as coisas tomarem seu rumo no tempo certo.. eu dou meu jeito [estúpido] de acelerar o processo. falo coisas quando as pessoas ainda não estão no tempo de ouvi-las... as vezes nem eu tô. forço situações a se desenvolverem precocemente... e com isso assusto as pessoas e empurro elas pra longe de mim.

ainda não faz sentido?
eu assusto pessoas. ou elas tão prontas pra mim, ou não. ou elas estão dispostas a gostar de mim, ou não. eu só acelero o processo......se eu ainda não me envolvi muito com a pessoa...eu não me machuco [tanto]

tá, tá.. eu sei. na teoria é lindo. mas não funciona assim. as vezes a pessoa não tá pronta no momento que eu a pressionei... e eu ponho tudo a perder. mas talvez... e só TALVEZ, ela estivesse no cominho de estar pronta. VAI SABER!

na verdade é tudo imprevisível. eu não consigo controlar as coisas que eu sinto e penso.
e aparentemente nem as que eu falo. fora de controle.
nada descreve melhor... e é justamente a falta de controle que me faz desencadear essa loucura de assustar pessoas. então se você for ver... é um ciclo vicioso.

"ganha" quem conseguir suportar a louca com problemas comportamentais.

\o/

IEEEEI! =


e agora eu [me] pergunto: qual a lógica em afastar pessoas que você realmente gosta e que te fazem bem?

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

patética.

daquelas que você olha e tem dó. patética.
você não consegue entender porque ela fala as coisas que fala e faz as coisas que faz.
[pensa as coisas que pensa]
ela não vê quão ridículo é?!

masoquista. será prazer o que ela sente quando vê [intencionalmente] aquelas coisas que ela não devia estar vendo/procurando? ou seria só dor?
como ela poderia se sentir inferior ao que ela não acha ser superior? curioso.
talvez ela não seja inferior. mas porque será que é assim que ela se sente, toda vez?

medo.
medo de não ter aquilo. ou não ter tão forte. tão intenso.
medo tal que ela já havia sentido, mas sempre de dentro pra fora e nunca de fora pra dentro.

era dor. era incontrolável. inevitável. e totalmente opcional.
totalmente abandonável. mas no momento ela não desejava abandonar.
só o que se podia fazer era aproveitar todos os momentos imensamente calorosos e apaixonantes, fingir que a dor secundária não estava ali, ignorar todos os indícios de fracasso, e esperar.
odeio incerteza.


porque tão conciente?